Bullying: Não dá para ficar calado!
Todas
as crianças têm o direito de ter uma infância feliz e faz parte
dela boas recordações da escola.
A
escola é, ou deveria ser o espaço
que proporcionasse aos seus membros um ambiente de convivência.
A
relação interpessoal é a interação de duas ou mais pessoas e
está diretamente ligado à forma como cada uma percebe ou sente a
outra.
No
espaço educativo, é importante manter contatos saudáveis, que
gerem sentimentos positivos, facilitando não só a harmonia entre as
pessoas, como também a produtividade e a eficácia no processo
ensino-aprendizagem.
No
entanto, muito tem se ouvido falar em bullying.
O
termo bullying é usado para descrever uma forma de assédio
interpretado pela pessoa
que
está de alguma forma em condições de exercer o seu poder sobre o
outro ou
sobre um grupo mais fraco. Por este “outro”, entenda-se alguém
que luta desesperadamente para ser aceito, mas que por algum motivo,
não consegue se “encaixar” em um padrão aceitável pelo grupo.
Esse tipo de violência ocorre principalmente nas escolas, tanto no
ensino fundamental quanto no médio.
E
driblando este esquema está… o professor. Sua missão é cumprir
com o planejamento curricular, por vezes ignorando os olhares
cruzados, a violência plantada no olhar hostil, no riso irônico,
nos punhos cerrados, nas ameaças sutis ou reveladas, como se elas
fossem apenas brincadeiras de crianças!
Mas,
agora, parar esta brincadeira virou lei!
A
Lei de número 13.185,
de 6 de novembro de 2015, que institui o combate e prevenção à
intimidação sistemática.
O
bullying escolar ocorre na escola e é lá que tem que ser prevenido
antes de tudo e tratado.
Orientação
para Identificar casos de bullying:
-
Isolamento social;
-
Último para ser escolhido para trabalhos;
-
Alvo de apelidos;
-
Sinais de tristeza;
-
Queda de rendimento escolar;
-
Medo, angústia;
-
Material
escolar danificado.
Características
dos agressores:
-
Desrespeito;
-
Maldade;
-
Aversão às normas;
-
Delinquência;
-
Poder de liderança;
-
Mentiras;
-
Manipulação de fatos e pessoas;
-
Irresponsabilidade;
-
Falta de afeto;
-
Ausência
de culpa ou remorso.
Características
das vítimas:
-
Não consegue reagir;
-
Tímidas e reservadas;
-
Estigmatizadas;
-
Dificuldade de se impor;
-
Hipersensíveis;
-
Ansiedade excessiva;
-
Dificuldade de expressão;
-
Inseguro;
-
Medo, depressão;
-
Anurese, alterações do sono, dor gástrica;
-
Podem
cometer suicídio.
Intervenção
com a vítima:
-
Escuta cível e empática;
-
Evitar críticas;
-
Compreensão;
-
Disposição
para ajudar.
Intervenção
com o agressor:
-
Diálogo firme;
-
Expor implicações legais;
-
Encaminha
para o conselho tutelar.
Referências:
http://escolasembullying.com.br/2015/11/11/lei-de-combate-e-prevencao-ao-bullying/
Escola
de Formação Paulo Freire - Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro -
SME Palestra sobre Bullying Escolar, palestrante Sofia Débora Levy.
Participantes:
Cintia
da Silva Paulino do Espirito Santo 14112080141
Fátima
Cerqueira Cardoso 14112080151
Tania
Maria Lima
Pinto Rezende Antunes 14112080129
Muito relevante o tema acima. O bullyng é algo inaceitável e que precisa ser combatido.
ResponderExcluirEscondido atrás de uma máscara de "brincadeira", ele é violento e desrespeitoso, que pode ter consequências sérias.
A escola precisa estar ligada e fazer os encaminhamentos necessários para que haja uma conscientização por parte dos docentes e ele seja realmente combatido.
Luciene, Paulo Sérgio e Cláudio.
Geralmente escondido por trás de uma brincadeira, o bullyng na vida do aluno e destrói todo o prazer que se tem de ir para a escola, pois a escola vira um local de violência psicológica.
ResponderExcluirMas com as novas leis de combate e prevenção do bullyng, trás uma conscientização para a sociedade e mostra que esse tipo de assédio destrói a vida de muitas pessoas.
Jaqueline de Oliveira Paiva 14212080133
Maria de Cássia Mendes 14212080090
Mônica Azevedo Freitas dos Reis 14212080132