segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Falando sobre Bullying...

Ilustração disponível em: http://miradouronoticias.com/
Considerando o bullying um problema social que interfere no cotidiano escolar e que as representações incidem nas decisões e ações dos profissionais da educação, emerge a questão: Como são representados o bullying e suas manifestações no cotidiano da escola de educação básica?
O artigo “Representações sociais sobre bullying no cotidiano de escolas públicas de educação básica”, traz um estudo, bem detalhado, realizado em escolas públicas de educação básica do Paraná, objetivando identificar as atitudes dos profissionais da educação diante desse problema tão difícil de se lidar, pois na maioria das vezes, ocorre em ações isoladas e é desencadeado pela dificuldade em aceitar o diferente. Através do estudo foi constatado que, para os profissionais da educação, é muito difícil decidir as decisões a serem tomadas, tanto com os agressores quanto com as vítimas.
O artigo foi publicado em 2013, na Revista Educação Pública de Cuiabá, as autoras são: Romilda Teodora Ens, Doutora em Educação/PUCSP; Ana Maria Eyng, Doutora em Pedagogia/UAB; e, Maria Loudes Gisi, Doutora em Educação/Universidade Estadual Paulista. Segue abaixo, o link para a leitura completa:




Bruna Silverio Ribeiro (13212080137)
Fernanda Fernandes Cassemiro (13212080130)
Rozelí Pereira do Nascimento (13212080157)


Um comentário:

  1. Esse assunto é muito delicado para mim, pois sou mãe de uma criança que foi vítima de bullying na escola. Durante um ano ela sofreu agressões psicológicas por uma aluna que até então era sua melhor amiga. Enviei várias vezes bilhetes na agenda para a professora relatando o que acontecia no horário do recreio, que me retornava com um simples "já foi conversado com as alunas e resolvido". Mas depois voltava acontecer. Finalmente me dirigi à direção, que piorou as coisas. Ela disse que eu tinha que resolver com mãe da criança lá fora. Porém o ocorrido era dentro do colégio. Fui para casa arrasada e como faltavam dois meses para o fim do ano letivo aguardei e troquei minha filha de colégio. Minha filha está no 3º ano de terapia e ainda não se recuperou. Por mais que a criança amadureça, aprenda a lidar com as emoções, sempre ficará essa marca que infelizmente é negativa.

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